Agora estou atendendo de segunda (9:00 as 14:00) e sexta (14:00 as 20:00) no Espaço Akalanto http://espacoakalanto.no.comunidades.net/, localizado na Rua: Bahia, 86, Gonzaga, Santos-SP. Realizando atendimento de Fisioterapia Obstétrica (alívio de dores, massagens, drenagem, pilates de solo para gestantes), Fisioterapia Dermato-Funcional (massagens terapêuticas, estéticas e drenagem linfática), Acupuntura (inclusive estética), Auriculoterapia e Shantala (massagem para bebês).
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segunda-feira, 13 de agosto de 2012
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Parto relatado pela Doula
por Ellen Infante
Terça-feira, 10/07/2012
recebi uma ligação por volta das 17:30h de minha Doulanda, ela dizia estar
tendo contrações desde mais ou menos umas 15:00h, mas que estava tudo bem e sua
médica ia atendê-la no último horário para verificar se estava tudo bem mesmo.
Lembrando que a DPP de minha Doulanda era 19/07/2012. Pedi a minha Doulanda que
me ligasse assim que saísse do consultório de sua médica para me dar notícias e
assim ela o fez, me ligou por volta das 21:30h e disse que realmente estava
tudo bem e que sua filha estava prestes a nascer, a médica disse que ela
poderia nascer entre um e dois dias. Pedi a minha Doulanda que procurasse
descansar, pois logo logo teríamos um trabalho de parto que poderia ser longo
ou não, mas que ela descansasse para estar fortalecida assim que o TP começasse
e que me ligasse caso algo diferente acontecesse.
Nesse momento a adrenalina
veio contudo, é sempre assim!rs Fui verificar se tudo estava certinho em minha
bolsa de Doula, jantei e fui dormir, para também estar descansada pois sabia
que estava prestes a estar em um TP.
As 2:00h da manhã meu
celular toca e era o marido de minha Doulanda avisando que ela estava em TP e
eles tinham acabado de dar entrada no hospital, eu disse que estava indo pra lá.
Levantei rapidamente, dei mais uma conferida em minha bolsa e fui pro hospital,
cheguei lá as 2:30h, costumo brincar que parto de madrugada é ótimo pois não
estamos nos trabalhos convencionais (nosso disfarce!rs) e não tem trânsito, é
muito bom! Ao chegar encontrei minha Doulanda deitada, pois sua médica tinha
acabado de fazer um exame (4 de dilatação), e ela me disse que estava tendo
contrações a cada 5 minutos com bastante dor, pedi que ela me graduasse a dor
de 0 a 10 e ela me disse 5. Perguntei se ela estava bem e como estava ótima
começamos os exercícios...parto ativo!!! Ela andava de um lado pro outro na
sala de pré-parto, agachava, sentava na bola, e quando vinha a contração, se
apoiava na parede ou na beirada da cama e rebolava e eu a massageava, orientava
a respiração e assim fomos, a médica entrou para fazer outro toque e disse que
estava da mesma forma (4 de dilatação) e que se continuasse assim ela ia
colocar o “sorinho”, minha Doulanda perguntou: “-Mas já Dra.?”. E a médica
disse que ia aguardar mais um pouco, continuamos na movimentação até minha
Doulanda dizer que a dor estava muito forte (nota 9 na escala de dor, chegando
a 10 no pico da contração), que ela estava muito cansada, quase não aguentando
mais, e aí partimos para o chuveiro, a ducha bem quentinha ajudou muito na dor,
ela ficou sentada na bola se movimentando e disse que a dor melhorou muito.
Lembrando que seu marido
também participou ativamente, dando incentivo, apoio, massageou-a comigo e me
lembro de uma frase que ele disse a ela durante uma contração: “-Calma,
(chamou-a de um apelido carinhoso), respira, seu parto está sendo lindo!”.
Creio que ficamos uns 10
min. no banho quando a médica veio e pediu que eu ficasse mais uns 5 min. pois
ela tinha que fazer outro toque, ficamos mais 5 min. e estávamos saindo quando
a médica entrou no quarto, fez o toque e disse que não havia evolução nenhuma
na dilatação, cronometramos as contrações e elas vinham sem uma frequência
correta, vinham de 5 em 5 min. com duração de 30/40 seg. e as vezes vinha uma
contração entre essas que não chegavam a 20 seg. e diante disso a médica
decidiu colocar o “sorinho”, isso as 5:10h. As contrações ficaram de 5 em 5
minutos porém não duravam mais que 20 seg., continuamos movimentando até as
7:30 quando a médica fez mais um toque, disse que não havia evolução na
dilatação (4 de dilatação) e havia edema de colo, diante disso a médica decidiu
fazer a cesárea e saiu para pedir que trocassem o soro. Ao sair conversamos
bastante e minha Doulanda disse que não estava triste, pois ela já estava muito
cansada e que fosse feito o melhor. As 7:50h vieram buscá-la para a cirurgia e
as 8:00 seu marido entrou para assistir e eu infelizmente não pude entrar.
Fiquei aguardando-os na maternidade. As 8:10 nasceu sua bebezinha linda! E as
8:30 eu pude conhecer minha Doulada! Minha Doulanda chegou ao quarto as 10:30,
conversamos, expliquei que não permitiram minha entrada no Centro Obstétrico,
minha Doulada ainda ia demorar um pouco para ir para o quarto com a mamãe, me
certifiquei de que estavam todos bem e bem acomodados e fui embora.
Que Deus ilumine essa
família linda!
É isso...
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
Em homenagem à Semana Mundial de Amamentação...
20 dúvidas sobre amamentação
Muitos questionamentos surgem nessa fase. Para esclarecê-los, reunimos um time de especialistas em aleitamento materno. Leia as sugestões a seguir
1. Qual a dieta mais recomendada durante a amamentação?
Não existe um cardápio pré-determinado. O ideal é que a mãe se alimente da maneira mais saudável possível, dedicando especial atenção aos líquidos. "A mulher costuma sentir muita sede nessa fase porque a água é matéria-prima para a fabricação do leite", explica o pediatra Luciano Borges, vice-presidente do Departamento de Aleitamento Materno da Sociedade Brasileira de Pediatria.
Outra dica é fazer várias refeições balanceadas ao longo do dia. "O bebê rouba os nutrientes da mãe e, por isso, o organismo dela deve estar o mais equilibrado possível", informa o nutrólogo e pediatra Ary Lopes Cardoso, do Instituto da Criança, do Hospital das Clínicas de São Paulo. Os especialistas concordam: comer cinco ou seis vezes ao dia e investir em frutas e fibras, além de não abusar dos doces, é um ótimo caminho.
2. Existem restrições alimentares? O que não devo comer?
A princípio, não há alimento proibido para a nutriz - nome dado à mãe que amamenta. Se houver alguma reação negativa do bebê em aleitamento materno exclusivo, aí, sim, pode-se suspeitar de sensibilidade ou alergia alimentar a alguma substância que a mulher tenha ingerido.
Segundo Ary Lopes, os campeões nesse processo são: leite de vaca, castanhas (como o amendoim), frutos do mar e carne de porco. Antes de pensar em eliminar os itens do cardápio, é preciso que o médico constate a ligação entre eles e as cólicas do bebê.
O álcool deve ser evitado. A substância pode dificultar a absorção de nutrientes pela mãe, além de ser absorvido pela criança através do leite materno. Já fontes de cafeína precisam ser consumidas com moderação. "O recomendado são até duas xícaras de café por dia", orienta o nutrólogo Celso Cukier, do Instituto de Metabolismo e Nutrição, em São Paulo. Segundo o médico, não se sabe se a substância é prejudicial aos pequenos. Por isso, o melhor é não abusar.
3. Posso fazer regime durante a amamentação para diminuir as medidas?
Cortar calorias é perigoso, já que o organismo precisa de muita energia para produzir o leite materno. "Dietas rigorosas nessa fase podem implicar em perda de massa magra, ou seja, músculos e energia", explica o nutrólogo Ary Lopes. Para alimentar o seu bebê, estima-se que as mulheres precisam de 20% a mais de calorias do que as necessárias em outra fase da vida. Isso significa o total médio de 2,4 mil calorias diárias. Portanto, não se preocupe: invista em uma alimentação saudável e o ato de amamentar fará você voltar ao seu peso normal gradualmente.
4. Não estou voltando ao meu peso. Como emagrecer?
Basta aliar a dieta saudável aos exercícios físicos. Entre 30 a 40 dias depois do nascimento do bebê, você pode começar a caminhar cerca de uma hora e meia por dia. Mas mantenha seu médico informado sobre as atividades que pratica. "Depois de três meses, a mãe já está liberada para fazer esportes normalmente. Se for atleta, pode voltar aos treinos. Caso esteja iniciando, é melhor optar por atividades aeróbicas, como a caminhada", explica Ary Lopes. O especialista enfatiza que o gasto calórico durante a amamentação é bem alto, daí a necessidade de se alimentar corretamente.
5. Adoçantes e outros alimentos light e diet estão liberados?
Não existe consenso sobre os malefícios desses produtos para a saúde da criança. Porém, como diversas pesquisas apontam nessa direção, a recomendação dos médicos é fazer um uso leve ou moderado das substâncias. "Elas não são saudáveis. O melhor é usar açúcar mesmo, mas em menor quantidade", aconselha o pediatra Luciano Borges. O nutrólogo Celso Cukier lembra que 1 grama de açúcar tem apenas 4 calorias.
Se mesmo assim a mãe quiser fazer uso de adoçantes, o ideal é que não passe de dois envelopes por dia (ou duas colheres de café, se for pó, ou dez gotas, se for adoçante líquido). Os produtos light e diet também não devem ser consumidos à vontade. "Como são utilizadas moléculas químicas para produzir o sabor adocicado, podem não fazer bem para o organismo", explica Celso. Ary Lopes resume a orientação: "Durante o aleitamento, não é hora de contar calorias, e sim selecionar melhor os alimentos".
6. E os remédios? Devo manter as mesmas restrições da gravidez?
Durante a amamentação, vários medicamentos estão liberados. Para ter certeza do que você pode ou não pode tomar, é essencial consultar o médico. No pós-parto, assim como em qualquer fase de vida, a automedicação nunca deve ser praticada.
7. Posso tomar pílula anticoncepcional?
Apenas as que não contêm estrógeno em sua composição. "Acredita-se que esse hormônio feminino possa chegar ao bebê pelo leite, o que causaria o desequilíbrio hormonal na criança", explica o obstetra e ginecologista Luiz Fernando Leite, do Complexo Santa Joana/Pro Matre, em São Paulo. Para as mulheres que amamentam, o médico recomenda pílulas de progesterona, anticoncepcionais injetáveis, subcutâneos ou DIU. "Esse último só pode ser colocado 50 ou 60 dias após o parto", esclarece Leite.
8. É possível engravidar durante a fase de amamentação?
Sim. Por isso a importância de utilizar algum método anticoncepcional caso outro bebê não esteja nos planos do casal tão a curto prazo. "A prolactina, o hormônio responsável pela produção de leite no organismo feminino, inibe a gravidez, mas não se sabe até que ponto", explica o obstetra Luiz Fernando Leite. Segundo o médico, é importante dar início ao uso de algum contraceptivo cerca de 30 ou 40 dias após o nascimento do bebê.
9. Por quanto tempo deve-se amamentar a criança?
A Organização Mundial da Saúde e o Ministério da Saúde recomendam a amamentação exclusiva por seis meses. O pediatra Luciano Borges ressalta que mesmo as mães que voltam ao trabalho antes desse tempo podem continuar alimentando o bebê só com o leite do peito. "É possível ordenhar o leite e, durante o período em que a mulher estiver fora, pedir para alguém dar o líquido à criança utilizando um copo específico para esse fim", diz. O especialista alerta para que se mantenha o pequeno longe de mamadeiras - mais fácil para o bebê sugar, ela tende a desestimular a amamentação direta no peito.
Após os seis meses, o Ministério da Saúde recomenda que o leite materno continue sendo oferecido em parceria com a alimentação complementar. Isso pode se estender até os 2 anos de idade ou mais. Borges ressalta ainda que a introdução de novos alimentos provoca a diminuição gradual no número de mamadas ao longo do dia. Assim, naturalmente, acontece o desmame.
10. Meu bebê só quer o peito, embora já esteja na idade de comer outros alimentos. O que faço?
Essa situação é bastante comum. "Uma boa tática é passar para o pai ou outra pessoa próxima a função de alimentar a criança, pois ela tende a associar a mãe com a amamentação, recusando outro alimento", explica o pediatra Luciano Borges. Insista até o bebê aprender a comer. Para isso, vale conversar com a criança e estipular horários de mamar e horários de comer a papinha, a sopa... "É uma estratégia eficiente, inclusive, para educar e estabelecer limites à criança", explica a consultora de amamentação Lívia Teixeira, do Consultório de Aleitamento Materno, em Salvador.
11. Prótese de silicone nos seios atrapalha o aleitamento?
Em geral, as próteses não interferem nesse processo porque são colocadas abaixo da glândula mamária ou atrás do músculo peitoral. Nessa posição, não influenciam a produção de leite.Para Luciano Borges, no entanto, quando a quantidade de silicone é muito grande e desproporcional ao peito, é possível, sim, haver problemas. O especialista Ary Lopes concorda: "Por causa da cirurgia, a anatomia e a pressão dos dutos que irrigam as mamas podem ser alteradas", explica. Algo semelhante pode acontecer nas cirurgias redutoras de seios. "Se o tecido mamário for lesionado, a produção de leite sofrerá as consequências", afirma Luciano Borges.
12. Como fazer o bebê arrotar? Existe algum problema se isso não acontecer?
Após a mamada, a mãe deve segurar a criança no colo e deixar o corpo dela o mais em pé possível, com a cabecinha apoiada no ombro, por cerca de dez minutos. "Vale dar os clássicos tapinhas nas costas para agilizar o processo", recomenda Ary Lopes. O arroto é provocado pela ingestão de ar durante a sucção feita pelo bebê. Assim, se ele pegar o peito de maneira correta e mamar bem, é possível que não arrote. "Isso não deve ser motivo de preocupação para os pais", acalma o vice-presidente do Departamento de Aleitamento Materno da Sociedade Brasileira de Pediatria, Luciano Borges.
13. Quanto tempo deve durar cada mamada? Qual o intervalo ideal entre elas?
Varia muito de criança para criança, pois cada uma tem o seu jeito próprio de se alimentar. Ary Lopes estima que cerca de dez minutos em cada peito são mais do que suficientes - mas nos primeiros dias, quando o hábito começa a ser estabelecido, o tempo pode ser bem maior.
Vale explicar ainda que a duração da mamada não tem a ver com a quantidade de leite ingerido, já que a eficiência da sucção também é variável. Segundo Luciano Borges, do Departamento de Aleitamento Materno da Sociedade Brasileira de Pediatria, o importante é prestar atenção no intervalo entre as mamadas. Ele costuma ser de duas a quatro horas. "Se passar disso, é preocupante. Informe o médico", diz.
14. É aconselhável acordar o bebê para mamar durante a madrugada?
Se você faz parte do time das sortudas que, em vez de ter o sono interrompido pelo pequeno, estão em dúvida se devem ou não despertá-lo para dar leite no meio da noite, os médicos recomendam que se fique tranquila. "Quando o bebê está bem e ganhando peso normalmente, não há a necessidade de acordá-lo", explica Luciano Borges. Ary Lopes concorda.
15. Como saber se a criança mamou o suficiente?
A única maneira de ter certeza é verificar o ganho de peso nas consultas pediátricas. "Para ter uma ideia se o pequeno está satisfeito, preste atenção nas pistas dadas por ele: logo após mamar, deve estar bem relaxado e tranquilo. Além disso, a quantidade de xixi feita ao longo do dia deve ser suficiente para seis fraldas", explica a consultora em amamentação Lívia Teixeira, do Consultório de Aleitamento Materno, de Salvador.
16. O que posso comer ou fazer para aumentar a quantidade de leite?
Não existe um alimento que cumpra essa função. O maior estímulo para a produção de leite é a própria sucção do bebê. Além disso, você deve ingerir bastante água - uma matéria-prima essencial a esse processo. "É importante esvaziar o peito para que a produção não pare. Então, se o bebê não mamar todo o leite disponível, ordenhe as mamas até ficarem vazias", alerta Lívia Teixeira.
17. Como esvazio as mamas?
Coloque o dedo indicador e o polegar na linha da auréola e empurre a mama em direção ao tórax, fazendo um movimento como se quisesse aproximar os dois dedos. "Desse jeito, pressionam-se os dutos e o leite sai", explica Lívia Teixeira. Existem acessórios que também fazem esse trabalho, mas Luciano Borges alerta: "É preciso muito cuidado com os ordenhadores mecânicos, pois alguns modelos podem causar problemas, como fissuras nos seios". A técnica pode ser aplicada antes da amamentação para deixar as mamas mais flexíveis e ao longo do dia, quando a mãe sentir que os seios cheios estão provocando dor.
18. Quando o leite acaba, a produção está encerrada de vez?
Primeiro, é preciso derrubar um mito: o leite não acaba. O que acontece muitas vezes, segundo Luciano Borges, é que a falta de estímulo para a amamentação bloqueia a produção do líquido. "Um trauma psicológico que afete a mulher ou simplesmente a ausência de sucção do bebê, devido à introdução de mamadeira, por exemplo, são algumas das causas mais comuns", diz. Mas isso pode ser revertido.
Para que as mamas voltem à ativa, nada melhor que o estímulo do próprio bebê. "As mães só não podem confundir leite secando com uma diminuição da produção, que é normal e significa apenas que mãe e bebê estão entrando em equilíbrio, ou seja, ela produz apenas a quantidade de que ele necessita", explica o pediatra. Se a mãe continuar insegura ou o problema não for normalizado em curto espaço de tempo, é bom consultar o médico.
19. Posso dar água ao bebê que está no aleitamento materno exclusivo?
Não. O leite materno já contém água suficiente em sua composição para hidratar o pequeno. "Esse é o alimento mais completo que existe. Não é preciso oferecer mais nada à criança durante os seus seis primeiros meses de vida", explica Ary Lopes.
20. Meu filho sempre engasga. É normal?
"Isso pode ser sinal de que o bebê não está mamando corretamente", aponta Luciano Borges. "Ou que o leite esteja saindo com muita força." Nesse caso, o jeito é tirar a criança do peito, limpá-la e voltar quando a respiração do pequeno estiver normal. "Não há motivo para se preocupar", diz Borges. Para saber se a causa do engasgo é a mamada incorreta, cheque alguns pontos.
A criança deve ficar bem de frente para as mamas, com a cabeça e o tronco alinhados, as nádegas apoiadas, o queixo tocando o seio, a boca bem aberta e o lábio inferior voltado para fora. "Certifique-se de que a auréola do seio está mais visível acima da boca do bebê do que abaixo. Olhe também para as bochechas do pequeno - que devem estar arredondadas - e preste atenção se há algum barulho além do da deglutição", aconselha Lívia Teixeira.
Fonte: bebe.abril.com.br
quinta-feira, 12 de abril de 2012
Drenagem linfática manual na gestação
Bom dia! Hoje resolvi falar sobre um dos atendimentos que mais realizo, a drenagem linfática...espero que gostem! E se gostarem é só entrar em contato e agendar um horário! Um beijo!
Durante a gestação ocorrem alterações hormonais, e alguns dos hormônios essenciais na gravidez são responsáveis pela tendência em reabsorver sódio, ocasionando a retenção de líquidos.
A drenagem linfática é uma massagem suave e lenta, onde se pressiona e desliza a mão por todo o corpo, evitando o abdômen, direcionando o excesso de líquido para os gânglios linfáticos, que trabalham para eliminá-lo pela urina auxiliando a reduzir a retenção de líquido no corpo, típico da gravidez, e que aparecem principalmente no primeiro e no último trimestre, além de promover um alívio na sensação de “pernas cansadas”, sensação de relaxamento e com as sessões constantes a gestante passa a se reconhecer melhor nessa nova identidade corporal contribuindo para seu bem-estar e melhorando o vínculo mamãe-bebê.
A drenagem é contra-indicada para gestantes com hipertensão não controlada, insuficiência renal, trombose venosa profunda, infecções de pele e erupções cutâneas. Como a hipertensão pode surgir subitamente é recomendado aferir a pressão antes de cada sessão.
quarta-feira, 11 de abril de 2012
Como induzir o TP naturalmente!
Por Luciana Fernandes em Parto Natural
"Quando chega a 39 semanas é normal que a futura mamãe comece a ficar ainda mais ansiosa. Muitas dúvidas surgem: E se o bebê não nascer? E se o médico marcar a Cesárea?Se chega a 40 semanas então aí que bate o medo e o bicho pega!Muitas acham que o sonho do Parto Natural foi por água a baixo. Além de toda a dúvida e ansiedade, começam as perguntas dos parentes e conhecidos "Esse bebê não tá passando da hora, não?". E começa a passar pela cabeça da mãe mais e mais perguntas "Será que precisarei mesmo fazer a cesárea ?" , "Será que está acontecendo algo de errado?" "Será que meu filho está bem?", "será que ainda há chances do trabalho de parto evoluir naturalmente?". Pois saibam que a natureza é perfeita (sim, Deus nos fez PERFEITAS, capazes de gerar e de parir) e que quem determina a hora de nascer é o bebê, além disso, não existe um "prazo de validade" para os bebês ficarem dentro da barriga. Além disso, as USG´s tem uma margem de erro de duas semanas para mais ou para menos, então uma gestação é considerada normal entre 37 e 42 semanas (já vi algumas chegarem até 43). Então, por mais difícil que seja..é preciso manter a CALMA, SERENIDADE, CONSCIENCIA, INTELIGENCIA...RELAXAAAAAAAAAAAAR....e deixar pra lá todas as lendas que contam por aí. Desligue os telefones, celulares, esqueça as chatiações...relaxe e deixe seu corpo trabalhar!O psicológico influencia muito e se você começar a pensar e achar que não vai dar certo..acaba não dando mesmo!Esqueça, deixa rolar!!Converse com o bebê, conte suas ansiedades...ele te ouve, ele te sente, ele divide com você todas as emoções..lembre-se disso! Além disso, algumas técnicas e dicas podem ajudar a talvez fazer o bebê "se animar" a sair logo da barriguinha e vir conhecer o mundo!Lembre-se antes de mais nada que essas técnicas e dicas são usadas pelas nossas "avós e bizavós" e não tem comprovação científica de que dão certo. Porém, muitas mamães fizeram e dizem funcionar. Mal não faz, então..não custa nada tentar!Outro ponto importante de ser lembrado é que essas dicas SÓ DEVEM SER UTILIZADAS A PARTIR DE 40 SEMANAS DE GESTAÇÃO.
Seguem abaixo!!
Os 3 HOTS, a técnica mais famosa:
-Hot Sex(Sexo Quente): Sexo de preferência sem camisinha, o esperma contém prostaglandinas que ajudam a amolecer o colo do útero. O orgasmo feminino também pode ajudar a induzir o parto naturalmente, pois quando a mulher tem orgasmo é liberada uma grande quantidade de ocitocina. Por isso é importante que se faça o sexo por amor e desejo..e não por obrigação!
Obs¹: O esperma não traz riscos antes do final da gravidez, desencadeando partos prematuros. Ele só poderá ter algum efeito se o colo do útero já estiver maduro.
Obs²: Após o rompimento da bolsa das águas não deve-se ter relações sexuais pois o mesmo pode aumentar os riscos de infecção.
-Hot Bath(Banho quente) - Estudos científicos comprovam que o uso da água quente no trabalho de parto é um excelente coadjuvante no combate à tensão e à dor. A água morna também ajuda a circulação sanguínea e no relaxamento dos músculos e estimula a vasodilatação (portanto, ajuda na dilatação durante o TP também!)
-Hot Food (comida apimentada)
Chás e Óleos que também ajudam, provocando contrações uterinas:
-Chá de Cravo
-Chá de framboesa
-Chá de Canela
-Chá de Gengibre
Exercícios:
-Estimulação dos mamilos, tanto durante o ato sexual como com as mãos mesmo (durante o banho, por exemplo).
-Rebolar na bola suíça ou fora dela, engatinhar, caminhar bastante e agachar;
Acupuntura:
-Há certos pontos do organismo que quando pressionados desencadeiam contrações uterinas. Tal como pode ajudar no desenrolar do parto, a acupuntura pode ajudar a iniciar o processo. Mas só deve ser feita por um profissional experiente e credenciado.
Acupressure
Há dois pontos que podem ser estimulados pra produzir contracoes:
-Na teia entre o polegar e o indicador:
4 dedos acima do tornozelo (proximo ao osso, na parte interna da perna)
Como estimular o ponto da mao: apertar e esfregar em movimentos circulares por 30-60 segundos de cada vez, fazendo uma pausa de 1-2 minutos entre as contracoes.
-Como se estimular o ponto proximo ao tornozelo: pressione firmemente o local (se tiver doendo eh pq achou o ponto) e fricccione em movimentos circulares ate comecar a ter uma contração, quando a contracao terminar, começa tudo de novo.
Boa hora para vocês mamães, espero que as dicas ajudem!!"
quarta-feira, 7 de março de 2012
Banho de balde: acalme seu bebê e diminua o choro
A hora do banho sempre é uma hora complicada para quem cuida dos bebês e para os bebês. No início da vida dos bebês tudo é uma novidade e tomar banho para eles nem sempre parece uma coisa prazerosa e por isso quase sempre choram.
Com isso as mães que acabaram de sair da maternidade e chegar em casa acabam ficando ainda mais nervosas e inseguras, o que contribui para aumentar o estresse do bebê durante o banho. Muitas têm medo principalmente porque no começo as crianças são molinhas, pequenininhas e, parecem que vão quebrar de tão frágeis que são.
O banho de balde pode facilitar as coisas e ser uma alternativa para acalmar o bebê durante o banho. Para quem nunca ouviu falar parece estranho mas essa idéia surgiu na Holanda e apresenta um conceito simples: usar o momento do banho para simular a sensação de aconchego da barriga da mãe. Para aplicar a técnica pesquisadores criaram uma banheira bem parecida com um balde. Ela é vendido no mercado em lojas especializadas em artigos para bebês mas o preço não é nada convidativo por isso, para dar o banho no seu bebê qualquer balde comum serve. A única coisa que deve-se ficar atento é que o tamanho do balde vai variar de acordo com o tamanho da criança.
Este tipo de banho não tem restrição de idade e pode ser dado até mesmo como primeiro banho ainda na maternidade. Muitas pessoas pensam que a posição que o bebê fica pode machucá-lo o que não é verdade, eles ficam muito confortáveis até, pois o ambiente para eles é extremamente conhecido e com isso vão aprendendo a fazer a transição do útero para a ‘terra’.
O banho dado na banheira está associado à higiene somente enquanto o de balde não tem somente este intuito, pois busca através desta imersão em um mine ofurô relaxar o bebê. Apesar de ser inicialmente criado com para relaxar ele pode substituir muito bem o banho dado na banheira para fazer a higiene do bebê. Esta forma de banho é seguro, porém nunca se deve deixar a criança sozinha dentro do balde pois pode acontecer algum acidente a criança pode dormir, ou mesmo levantar. A água quentinha também ajuda aliviar as cólicas e a diminuir o choro do bebê.
A temperatura ideal da água deve ser entre 35 e 37 graus. Para dar mais segurança o bebê pode ser enrolado em uma fralda ou toalha. Coloque pouca água no balde, se a criança criança estranhar ponha inicialmente só os pés, sente o bumbum no balde se ela for maiorzinha e vá conversando com o seu bebê que ele vai se acalmar e adorar o banho.
Fonte: Dorme Nenem
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Auriculoterapia para bebês
Boa dia! Demorei um pouco para escrever, mas atendendo a pedidos, está aqui... AURICULO PARA BEBÊS... Poucas pessoas sabem que existe, que funciona, infelizmente a maioria dos médicos também não conhecem, e portanto não indicam às nossas mãezinhas desesperadas com as cólicas de seus bebês. Todos os bebês que atendi com cólicas e dentinhos nascendo apresentaram um resultado muito bom, inclusive meu filho, Enrico de 1 ano e 4 meses que ainda sofre com esses dentinhos, mas assim que percebo certa irritação, realizo a terapia e ele melhora muito rápido, volta seu apetite, a febre e o desarranjo intestinal vão embora e claro a irritação também! Espero que gostem e seja além de tudo esclarecedor! Um beijo grande a todos!
A auriculoterapia é a utilização do pavilhão auricular como área reflexa para o tratamento de inúmeras patologias, pois a orelha é um microssistema do corpo, ou seja, na orelha possuímos pontos específicos que correspondem a todos os órgãos, vísceras e funções do nosso corpo.
Para a Medicina Tradicional Chinesa, o equilíbrio do corpo humano ocorre devido ao fluxo de energia (Qi), que deve estar em harmonia para que todas as atividades do organismo funcionem adequadamente, evitando-se o aparecimento de patologias.
A auriculoterapia é um tratamento totalmente indicado para bebês e crianças, pois estes respondem muito bem aos estímulos, sem a necessidade do uso de agulhas, porém infelizmente não é muito divulgado.
Os casos mais comuns são: o surgimento dos primeiros dentes dos bebês, em torno de 6/8 meses (em média), e as cólicas intestinais dos recém-nascidos, que podem ocorrer a partir de 15 dias de vida, seguindo até por volta dos 3 meses. Raramente acontece em bebês com mais de 6 meses de vida. É uma sensação nova para o bebê e dói muito. O choro da cólica é estridente, o bebê fica inquieto, com o rosto vermelho, se contorce e encolhe as perninhas até a barriga. Não se sabe ao certo o que provoca essas cólicas. Pode acontecer por imaturidade do sistema digestivo do bebê, que faz com que as paredes intestinas contraiam-se e relaxem sem controle resultando em gases que levam à cólica, e tudo isso deixa o bebê mais tenso e agitado acentuando as dores.
Ao estimular pontos específicos na orelha do bebê é possível diminuir ou até eliminar a cólica em apenas algumas sessões.
As indicações da auriculoterapia em pediatria vão adiante: bebês ou crianças com falta de apetite; crianças hiperativas; que não dormem ou tem sono agitado; alergias; problemas respiratórios como asma, rinite, bronquite...
Quando o bebê é submetido à auriculoterapia consegue combater mais rapidamente os sintomas das doenças oportunistas da infância, por estimular todo o sistema imunológico, criando condições para que o organismo vença as patologias e restabeleça seu funcionamento adequado, e diminui inclusive o uso de medicamentos como, por exemplo, os antibióticos.
A auriculoterapia para bebês ocorre através da aplicação de sementes que são presas no pavilhão auricular com micropore sobre pontos específicos gerando estímulo para o organismo, sendo assim, a técnica é totalmente indolor e sem contra-indicações.
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